Suzano exibe hoje cinco curtas nacionais no projeto "CineCultura"
Diário de Suzano ed.: 9032 - 27 de outubro de 2011

A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realizará hoje às 19h30, no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi, o projeto "CineCultura". O evento é promovido pela Associação Paulista dos Produtores Audiovisuais (APPA), em parceria com a Programadora Brasil (mecanismo de difusão ligado à Cinemateca Brasileira). Na noite de hoje serão transmitidos cinco curtas-metragens nacionais, aberto a toda população.
O objetivo da ação é disponibilizar e democratizar o acesso a filmes produzidos no Brasil, além de trabalhos de videoarte. Neste mês, a Associação Cultural Literatura no Brasil também é parceira na ação, já que a programação é especial e englobará a Literatura. Sendo transmitido curtas-metragens baseados em grandes obras literárias.
Os filmes que serão exibidos são "A João Guimarães Rosa", "A Moça que Dançou Depois de Morta", "Imensidade", "Meu Nome é Paulo Leminski" e "Transubstancial". As produções tem de cinco a 17 minutos e a classificação é livre.
O Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi está localizado na Rua Benjamin Constant, 682, no Centro. Mais informações pelo telefone 4747-4180.
"A JOÃO GUIMARÃES ROSA" Traz imagens do sertão mineiro (tipos humanos, aspectos geográficos, afazeres domésticos) e trechos narrados do romance "Grande Sertão: Veredas".
"A MOÇA QUE DANÇOU DEPOIS DE MORTA" Baseado em uma história de cordel de J. Borges, renomado artista popular, e produzido inteiramente com xilogravuras originais do próprio autor, este curta-metragem em animação conta a história de um rapaz que se apaixona por uma misteriosa moça num baile de Carnaval do interior, sem saber que esse encontro iria mudar a sua vida.
"IMENSIDADE" O curta tem como fio condutor "O Navio Negreiro", poema épico abolicionista de Castro Alves.
"MEU NOME É PAULO LEMINSKI" Embate entre pai e filho em torno da poesia de Paulo Leminski. "Tudo que eu faço, alguém em mim que eu desprezo sempre acha o máximo; mal rabisco, não dá mais para mudar nada, já é um clássico".
"TRANSUBSTANCIAL" Uma visão existencialista da obra do poeta Augusto dos Anjos, a partir de fragmentos de seus poemas.
http://www.diariodesuzano.com.br/noticia.php?caderno=d&id=16782
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